Em 2007 o Município de São Gonçalo criou o Polo Automotivo do Coelho. Esse polo, aprovado por lei na câmara, representa “o polígono formado pelos seguintes trechos de ruas: final da Rua Jovelino de Oliveira Viana com a Rua Juvenal Figueiredo até o nº 500“.

Estamos falando de um polo que vai completar 13 anos em 2020 e apesar de toda e qualquer crítica que eu faça, é preciso respeitar a continuidade desse pequeno centro que foi criado no Governo da Panisset, passou pelo governo de Neilton Mulin e continua no Governo Nanci como um espaço importante para a cadeia produtiva do mercado automotivo.

Quais as metas estabelecidas em 2007 e como anda cada item?

Na época que foi criado, 7 itens seriam cuidados pela Prefeitura Municipal. Óbvio que cada tópico tem responsabilidades que fogem da alçada do Prefeito e vou refletir cada tópico a partir das minhas conversas com empreendedores e observação.

  1. o livre trânsito de veículos e transeuntes – Pouco ou nada avançou desde aquele período. O aumento da frota de carros desde 2007, falta de ampliação significativa no número de guardas municipais e poucas mudança nas vias inviabilizou são tópicos desse debate.
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  2. a segurança local – Não consegui comparar os números específicos no bairro, mas os gerais (da cidade) apresentam uma piora desde 2007 com variações em alguns períodos. A falta de segurança tem mais relação com o Estado e menos com o Município. Além disso, esse espaço fica entre favelas que estão em conflito.
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  3. a harmonia estética – A Prefeitura surfava num momento econômico muito bom quando o polo foi criado. Isso refletia na construção das praças, canteiros e organização da iluminação. Neilton deixou a desejar em relação ao Lixo e Nanci resolveu essa questão logo depois.
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  4. as sinalizações indicativas semafórica e horizontal – Assim como a estética, o momento econômico da Panisset era muito bom e fortalecia esse tipo de item e assim como a estética, a sinalização seguiu a mesma sequência de não ser tão eficiente.
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  5. o disciplinamento do comércio ambulante – Não consigo emitir opinião histórica.
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  6. as condições ambientais – São Gonçalo não tem política ambiental eficiente desde sempre. Muitas vezes os Secretários são ruins, mas muitas vezes os Secretários são bons (como o Ricardo Harduim) e não são empoderados suficientemente para dar conta do seu trabalho.
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  7. a adequada aplicação das demais posturas municipais – Apesar de episódios nos centros de Alcântara e São Gonçalo que eu absolutamente não concordo, a aplicação do código de posturas no Polo Automotivo do Coelho melhorou bastante.

Acredito demais que a construção de polos econômicos, gastronômicos e culturais vão ajudar na referência de projeto de cidade para São Gonçalo. Definir esses espaços faz com que nossa organização fundiária se organize para dar conta dessas pequenas iniciativas. O Polo Automotivo do Coelho precisa melhorar muito. É preciso reduzir impostos das empresas naquele espaço, é preciso melhorar o acesso e comunicação do Polo e criar uma cadeia produtiva ainda mais eficiente liderada pelo poder privado, mas conduzida pelo poder público.

O Bairro Guaxindiba tem esse nome por conta do Rio Guaxindiba que é o principal rio de São Gonçalo e o Bairro Marambaia significa “Cerca de Guerra” em tupi-guarani. Ambos são bairros que ficam distantes da nossa observação enquanto cidade, mas são fundamentais e estratégicos para o futuro Gonçalense.

Quando olhamos o atual contexto desses bairros, percebemos um esquecimento enorme dos serviços públicos. A distância do centro de São Gonçalo faz com que o atendimento público também esteja distante do ideal ou básico. Apesar do grande número de problemas nos serviços, vou discutir uma questão importante que é a vocação industrial dessa região.

2006 – Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – COMPERJ

Em 2006 o Presidente Lula visitou Itaboraí para lançar a pedra fundamental do COMPERJ. Naquela data o projeto era o maior empreendimento da Petrobras. A expectativa de empregos gerados direta e indiretamente eram mais de 180 mil. Era uma espécie de oportunidade de ouro para as cidades de Itaboraí, São Gonçalo e Tanguá se reorganizarem financeiramente.

Com o início das obras do COMPERJ, o Município de São Gonçalo iniciou a construção de um Polo Industrial que poderia atender a demanda do COMPERJ com um parque industrial que desse conta de produtos, peças e itens necessários para alimentar a cadeia produtiva do complexo petroquímico. Surge então o Polo Industrial de Guaxindiba no bairro que tinha espaço, acessibilidade e proximidade com o COMPERJ.

Oportunidade gerada e a futura frustração.

Com as obras iniciadas pela Petrobras, com a Prefeitura de São Gonçalo conveniada com o Governo do Estado e Federal desenvolvendo o Polo Industrial de Guaxindiba, os bairros de Guaxindiba, Marambaia e da região passaram a se organizar para atender as demandas daquela oportunidade.

A construção civil focada nos alugueis e casas, os empreendedores locais focando em restaurantes e mercados, os cursos preparatórios visando os cursos da cadeia produtiva do petróleo e tudo isso por conta do COMPERJ que naquela época gerou uma expectativa econômica nunca antes vista na região. Tudo acabou com os últimos episódios que fizeram o COMPERJ virar algo totalmente descartável deixando todos os municípios do entorno frustrados.

Vocação Industrial dos Bairros

Guaxindiba e Marambaia tem três coisas importantíssimas para o desenvolvimento industrial; Espaço, acessibilidade e mão de obra. Na última pesquisa Guaxindiba tinha apenas 4 mil moradores com um espaço enorme para ser explorado, Marambaia tinha 20 mil moradores o que significaria um grande volume de mão de obra (trabalho) e os dois bairros juntos teriam acesso para as rodovias estaduais e federais.

O sonho ainda não acabou. O COMPERJ ainda existe e talvez um dia volte a ser potente para dar conta do desenvolvimento regional, mas não vejo nosso planejamento para isso. Estamos cuidando dos acessos desses bairros? Estamos cuidando das questões fundiárias? Estamos conversando com os Ministérios do Governo Federal e com as Secretarias Estaduais sobre um plano de médio e longo prazo pra lá?

Enquanto isso a violência governa.

Pela primeira vez na minha vida tirei férias no final do ano e fiz isso em Maricá. Andei de bicicleta quase sempre em ciclovias. Fui em Araçatiba, na Orla Zé Garoto ali no Boqueirão, em Cordeirinho e Barra de Maricá. Visitei uma obra de praça em Itapeba e aproveitei bastante a cidade. Uma coisa que me impressionou em tudo foi o uso da orla para gerar polos econômicos e espaços para encontros públicos.

Não sou um maluco como muitos são de comparar a economia, a população e a geografia de Maricá com São Gonçalo. Maricá tem mais orla que São Gonçalo, tem menos habitantes que São Gonçalo e tem muito mais dinheiro que São Gonçalo. Isso não quer dizer que a gestão de Maricá não mereça elogios, pelo contrário, merece muitos.

Grandes transformações dependem de pequenas transformações.

Nunca tive a expectativa de que São Gonçalo passaria por um processo de transformação intenso em curto prazo, mas as pequenas experiências e os exemplos pontuais podem ser feitos e teriam um impacto significativo. Veja o exemplo da orla da Praia das Pedrinhas.

Fiz um traço reto no mapa da Praia das Pedrinhas e são quase 700 metros de orla. Existem algumas construções irregulares (muito irregulares) ocupando a faixa de areia, a sujeira do chão é atualizada constantemente, os esgotos são jogados direto na água, mas temos ali uma orla com uma vista linda para a Baía de Guanabara.

Trago esse exemplo pois mesmo com todos os defeitos, a orla da Praia das Pedrinhas é muito melhor que a orla de qualquer parte das orlas da lagoa de Maricá antes dos royalties. Nossa vista é melhor, nossa infraestrutura é melhor que o passado de Maricá, nosso acesso (mesmo sendo ruim) é melhor que o passado de Maricá e nossa orla da Praia das Pedrinhas é infinitamente menor que a orla da lagoa de Maricá.

E o que fazer sem inventar a roda?

Vários prefeitos já tiveram iniciativas interessantes para a Praia das Pedrinhas que combinadas poderiam transformar aquele lugar. Se a organização fundiária da orla focando em comércios da gestão do Ezequiel fosse a frente, Se o mercado de peixe da gestão da Aparecida Panisset fosse a frente, se a internet gratuita da gestão Neílton fosse a frente, se a quadra poliesportiva financiada pela caixa da gestão Nanci for a frente já teríamos um começo.

A primeira etapa não é de tanto dinheiro, mas é de relacionamento. É aproximar o SEBRAE e a Rota Gastronômica para a Praia no sentido de melhorar a qualidade do atendimento dos bares, é conversar com o Governo Federal para abrir uma saída (100 metros de asfalto e sinalização) da Br direto para a orla na altura do Shopping (sentido Niterói), é de chamar os pescadores para saber como dinamizar o trabalho de venda de peixes e melhorar a iluminação, limpeza e sinalização da praia.

Depois disso que a gente pensa em obra, em investimento maior, mas é preciso começar por algum lugar e com o pé no chão. Começar a pensar em alternativas para não deixar carro passar nos finais de semana privilegiando o pedestre e as cadeiras para ampliar as vendas, voltar com a internet para as pessoas fazerem um check-in, postar fotos e divulgar o lugar espontaneamente podendo criar uma relação de pesquisas para acessar o wi-fi, etc. Tudo isso em médio prazo, sem pressa, mas com planejamento e cronograma.

Fica o aprendizado.

Nós precisamos saber o tamanho da nossa cidade, saber o quanto de dinheiro nós temos e entender que não teremos uma mudança rápida em qualquer área no curto prazo. São Gonçalo não é Maricá, nossa economia não é a de Maricá e temos que criar nosso projeto de cidade respeitando nosso tamanho, mas olhando as boas experiências que deram certo.

Passei grande parte da minha adolescência no São Gonçalo Shopping. Dei muitos beijos no cinema, no G3, na Grama e no estacionamento. Vivi amores, namoros e relações que não voltam mais e que ficaram guardadas nas paredes e nas saídas de emergência de lá.  Assisti filmes que mudaram minha vida, tirei meu primeiro cartão de loja na Leader, comi meu primeiro sanduíche do Burguer King e descobri o que era refil no Brasil nesse empreendimento. Tive minha maior briga com uma loja nesse Shopping e vivi momentos que não voltam mais. Convivi com pessoas muito divertidas por conta dos Encontros de Internet e que até hoje são meus amigos. Não era só um Shopping, era meu Shopping.

Foi amor à primeira vista. Era uma experiência inesquecível poder acessar, pela primeira vez na minha vida, um empreendimento tão grande dentro da minha cidade. Assistir um terreno vazio se transformar num Shopping foi surreal. Era uma sensação de que minha cidade estava saindo da invisibilidade econômica e virando enfim uma cidade. Na época eu tinha 14 anos e não pensava exatamente assim, mas o tempo me fez perceber que esse empreendimento inaugurou um momento de novas possibilidades para São Gonçalo.

15 anos depois, é visível que a economia não está no melhor momento. É visível que andar no São Gonçalo Shopping nem sempre cheio de hoje não é como andar no São Gonçalo Shopping sempre lotado do passado. O Brasil mudou, outros empreendimentos apareceram, a dinâmica do consumo digital ocupou parte significativa da função de um Shopping, mas anos depois ele continua apostando numa cidade que a 15 anos atrás não tinha espaço para esse tipo de aposta.

Feliz aniversário São Gonçalo Shopping. É estranho ter uma relação tão próxima com um empreendimento, mas num país confuso como o nosso, meu namoro contigo é aceitável.


Não lembro exatamente como o conheci, mas fiquei encantado com a luta que ele tem por construir o seu projeto. Apesar dos problemas financeiros, apesar dos problemas de mobilidade e apesar de viver numa cidade hostil, Anderson Leonardo não desiste do Projeto Dança na Comunidade.

O projeto é algo básico. São aulas de dança ministradas por bailarinos em formação e apoiado por apaixonados pela dança. A localização que é complexa. Ele atua dentro da Favela da 40, no Boaçú, área difícil por conta da vulnerabilidade que aquela região possui.

Sempre digo que “São Gonçalo não é para amadores“, mas pra lutar por essa cidade, é preciso gostar dela e Anderson gosta. Anda a cidade inteira para reuniões, para oportunidades, corre atrás de apoios, briga com quem tiver que brigar para defender o seu e do seu jeito (as vezes afobado), criou um ambiente absolutamente criativo e inventivo através da dança.

Que o projeto Dança na Comunidade, que dá aula de dança para jovens que não tem condições financeiras para pagar uma academia, tenha uma vida incrível ao longo dos próximos anos e estimule outros jovens e personagens da cidade a compartilharem seus conhecimentos para outros. As vezes, o pouco que você tem é o suficiente pra alguém começar a mudar a própria vida.

Por algum motivo, por alguma curva ideológica e ou de informação, você tem talentos que só você tem. Talvez você não perceba, talvez isso não tenha despertado, mas existe algo nesse mundo que só você sabe fazer e que precisa descobrir.

O que você não sabe até importa e é preciso se esforçar para saber, mas o que realmente é a bússola que te guia é aquilo que tu sabe fazer. Aquilo que sabemos é o conjunto de informações que seu cérebro codificou para resolver as equações da sua vida. Sim, vida. Bem diferente de trabalho.

E as obrigações cotidianas? as obrigações sociais? o jeito “tradicional” de funcionar? Família? Expectativas?

Ai é problema seu.

Na segunda-feira você …

está indo pro trabalho sem vontade ou
está desesperado sem trabalho ou
está de folga por trabalhar no shopping ou
está insatisfeito com sua qualificação ou
está querendo ser demitido ou
está acordado na cama sem nada pra fazer ou
está … (use a criatividade).

Você sai ou fica em casa todo dia fazendo coisas que não são organizadas a partir das suas potências. Sua organização quase que inteira da vida é a partir de obrigações ordinárias que não agregam nenhum valor para as coisas que te dão tesão.

Você faz cursos, pós, faculdade, vai pra escola, faz reciclagem, vê vídeo no youtube e lê sobre assuntos que não formam os seus talentos, mas que apenas dão conta da sua capacidade pessoal de responder as “regras sociais” que vão te colocar como uma “pessoa boa” ou “pessoa ruim”.

Ser uma pessoa boa é dar conta de todas as obrigações sociais que o mundo te pressiona e/ou involuntariamente te obriga. Estar num trabalho (que enobrece), estudar, não faltar, ser pontual, dar conta das questões familiares, das contas, dos amigos, da moral pública te fará uma pessoa “impecável”, mesmo que isso vá tolir aquilo que mais precioso você tem. Dizendo de uma maneira mais objetiva; – você prefere ser infeliz para não frustrar seu próximos.

Você é bom para quem se matando fazendo o que não gosta? Pra TIM? Pra ENEL? Pra sua família? Trabalho é uma obrigação. Lutar para trabalhar com o que se deseja e com aquilo que se tem talento é uma das grandes revoluções que você pode fazer na sua vida.

Trabalho requer obrigação.
Talento requer treinamento.

Pense na centralidade da sua vida a partir do seu talento. Treine todos os dias ao invés de participar de um sistema em que o capital é premissa de sucesso (cobre e tenha dinheiro, mas não seja movido por ele).

Se você tiver um talento, se você tiver uma habilidade especial que só você tem e que só você pode desenvolver, DESENVOLVA. O impacto positivo em escala do seu talento poderá ser mais importante do que as frustrações para quem está por perto. Cabe a você estabelecer quais são os limites.

Quando você quer ser Professor e sua família diz que você precisa ser Arquiteto e mesmo assim você vai ser professor, você não está frustrando sua família, você está fazendo aquilo que melhor poderia ser feito para a partir das suas bússolas. Quando seu namorado ou namorada diz que se você fizer intercâmbio ou se mudar o relacionamento vai acabar quer dizer que o relacionamento pode acabar sim, mas que sua capacidade de catálogo de informações e talentos pode ser potencializada TAMBÉM.

Quando você não tem mais tempo para seus amigos, familiares, companheiro ou companheira por conta de estar focado em desenvolver seus talentos, você não está decepcionando as pessoas perto. Você está fazendo um bem para centenas de outras pessoas que precisam do seu talento.

Essa ideia de que Trabalho enobrece o homem/mulher é CAÔ! Trabalho é obrigação social para você arcar com os desejos e outras obrigações do capital. O que enobrece o homem/mulher é ele acordar e desenvolver aquilo que gosta para poder treinar enquanto deseja viver.

Pensa num jovem de 15 anos chamado Joaquim que começou a trabalhar aos 15 anos em algo que não fará ele ser feliz.

Pensou?

Esse jovem passou todo o resto da vida trabalhando dando orgulho para as obrigações sociais sendo um bom filho, um bom amigo, um bom colega de trabalho, se aposentou, morreu e foi tratado como “ah o Joaquim era tão trabalhador”.

Agora te pergunto…

… qual a chance de Joaquim, começando a trabalhar aos 15 anos, conseguir desenvolver algum talento que não orgulhe as pessoas próximas e sim o mundo ou algum número de pessoas maior do que o núcleo que o conhecia através das suas obrigações?

Somos todos formados pela moral cristã pensando na lógica do “viver a nossa vida para o outro”, “viver nossa vida para fazer o outro feliz”, mas também somos formados pela lógica do capital de “viver a nossa vida para acumular dinheiro”, “viver nossa vida para ter lucro explorando o outro”.

Seu talento, em várias hipóteses, pode ser o equilíbrio de dedicar a sua vida para ser o melhor naquilo que você precisa ser para dar conta de viver para o outro e usar o seu talento para explorar sua capacidade de rendimento ganhando dinheiro (pouco ou muito).

Isso não tem relação com o “nível de prestígio de um trabalho”. Isso pode ser com qualquer trabalho.

Uma pessoa pode ser um pedreiro incrível que tem o mesmo desejo de ser engenheiro ou arquiteto.

Uma pessoa pode ser um fofoqueiro incrível que tem o mesmo desejo para ser pesquisador.

Uma pessoa pode ser dona de uma barraca de cachorro quente que tem o mesmo desejo de ser dona do Mc Donalds.

Desejo por fazer algo não é da classe social. É da lista de códigos criados que nos fazem ter água na boca de dizer nossa função social a partir das nossas virtudes.

Desejo!
Talento!
Potência!

Desenvolver talento é ter que ouvir que “se vendeu”, que “não dá mais bola para o lugar de onde veio”, “não tem tempo para as pessoas”, “não é presente”, etc. Isso frustra as pessoas, deixa elas tristes, mas se você é o melhor no que faz ou sabe o que precisa fazer da sua vida, não desista. Existe um mundo inteiro necessitando de você por mais que sua função social vá ser comprometida.

Tenha uma boa segunda-feira. Frustrar as pessoas próximas nem sempre é um erro.