Uma iniciativa que começou a ser idealizada há menos de um ano em São Gonçalo, continua hoje, salvando vidas. Este é o projeto Amigos Anônimos Protetores dos Animais (AAPA), uma ONG fundada em 15 de dezembro de 2018 que luta pelo bem estar físico e psicológico dos animais. Muito mais do que ajudar cuidadores e dar apoio para quem resgata os bichanos da rua, a organização promove palestras nas escolas da cidade sobre conscientização da causa animal.

Assuntos como cuidados, castração, compra e venda de animais, são abordados para o ensino médio. Já para o público infantil, o projeto promove em parceria com a Cia Teatral Sofá Laranja, uma peça que fala sobre abandono e maus tratos. Além disso, o espetáculo alerta sobre a nossa responsabilidade com o meio ambiente utilizando o princípio dos 3Rs da sustentabilidade – Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

A iniciativa com a transformação do que chamamos de lixo é contínua e o projeto incentiva a reciclagem com garrafas pets, tampinhas, papéis, entre outros materiais reutilizáveis durante todo o ano, tendo dois coletores instalados na cidade, um na Uerj, no Paraíso e outro no Icebeu, na Zé Garoto, para quem desejar contribuir. 

Também com o intuito de arrecadar fundos para o projeto e continuar investindo em cuidados e proteção para os animais, a AAPA realizará no dia 23 de novembro, às 10h, um bazar no Centro Cultural Joaquim Lavoura.

A idealizadora do projeto, Eliane Silva, de 55 anos, conta uma das suas inspirações para iniciar com esse trabalho em São Gonçalo. 

“Todo animal merece uma vida digna. É muito bom ver uma cadelinha que resgatei na rua na minha casa, protegida das maldades e das covardias humanas. Ela é uma sobrevivente que foi amarrada em uma árvore e quando se soltou saiu desesperada para a rua e foi atropelada. Ficou esperando socorro por dois dias. Se eu não tivesse a atitude de ajuda-lá a história poderia ser diferente”.

No entanto, Eliane frisa que o projeto ainda não consegue realizar resgates de animais por falta de verba. O trabalho é para dar suporte a quem já acolhe pets abandonados e promover campanhas para os que não foram acolhidos consigam um lar. 

“Não temos sede, não fazemos resgate e acolhimentos, não temos estrutura para tal. Atuamos em São Gonçalo com a ajuda de nossos colaboradores. Infelizmente não temos nenhum apoio financeiro público ou privado. Nossos parceiros são voluntários e contamos com a ajuda do veterinário Marcos André da clínica Salvatori”.

O Centro Cultural Joaquim Lavoura fica na Avenida Presidente Kennedy, 721 – Centro, São Gonçalo.

Um concurso que além de quebrar padrões e superar expectativas, veio para dar visibilidade a comunidade LGBTQI+. No dia 3 de novembro, às 19h, o Miss Beleza Trans Brasil realiza sua primeira edição na casa de espetáculo Scala Rio. Para disputar a coroa, 24 candidatas vão desfilar em trajes de gala e roupas de banho com apoio e patrocínio da TGW Fashion- Moda Trans e da Transgenber Center Brasil . A vencedora estará credenciada para representar o Brasil no concurso de beleza Miss Internacional Queen.

Se engana quem acredita que apenas a aparência será avaliada pelos jurados nesse concurso. Além desse pré-requisito, a candidata que desejar ter o título precisa ter presença de palco, simpatia, se mostrar confiante, segura e ainda ter uma personalidade que a faça se destacar das outras.

Falando em destaque, vale ressaltar aqui o nome de uma gonçalense e moradora do Jardim Catarina que é um forte nome dentro dessa disputa: Eloá Rodrigues, de 26 anos, já Miss Beleza Trans Rio de Janeiro, 2019.

Nascida e criada em São Gonçalo, Eloá fala sobre sua caminhada e a expectativa para o concorrer o novo título.

“Minha vida nunca foi fácil, mas tudo foi conquistado com muita garra. Eu tive pessoas que me ajudaram muito e se eu tenho essa oportunidade de estar aqui hoje, muita gente compartilha disso comigo porque me ajudaram a chegar neste lugar. As expectativas são enormes porque estou trabalhando muito, desde maio, quando fui selecionada. Corri atrás de patrocínio e de profissionais para estar me auxiliando nesse momento”, contou.

Eloá frisa que a representatividade que ela já carrega como Miss Rio de Janeiro vai muito além da coroa e da faixa bonita que atravessa o ombro e a cintura da Miss.

“Pra mim o mais importante é ser uma representante positiva tanto na comunidade LGBT quanto na comunidade negra nos lugares onde eu tenho circulado. É muito importante ser uma representatividade positiva me tirando da margem que nos vem imposta todos os dias. O que as pessoas esperam de uma pessoa como eu, mulher trans negra, é a marginalidade, é não estar dentro dos holofotes, é estar apenas num lugar de subalternidade. Então ocupar esse lugar hoje e ter essa visibilidade é muito importante pra tentar mudar as futuras gerações. Estou me tornando a representatividade que eu sempre quis ter quando era criança”, falou com orgulho.

A casa de espetáculo Scala Rio fica na Avenida Treze de Maio, n 23, Centro- RJ. Para entrada é necessário ingresso (disponível até dia 2 de novembro pela internet e na hora do evento pela bilheteria) e um quilo de alimento.

História passa por comunidades de São Gonçalo e Niterói

“Macumba”, uma história de romance verdadeiramente contada para os gonçalenses e niteroienses, além de todo público que se interessa por um romance intrigante e pedagógico quando o assunto é intolerância religiosa. O professor e escritor Rodrigo Santos, de 43 anos, com sua grande bagagem na literatura lança então seu quarto livro autoral, sendo este, o segundo romance. 

Disponível a partir do dia 22 de outubro nas livrarias, a população papagoiaba vai poder mesmo se enxergar no livro Macumba, já que, o romance passa por lugares como Salgueiro, Mutuá, Lixão de Itaoca, Itaúna, Caniçal, Icaraí, Centro de Niterói, entre outros. 

Uma história vivida entre essas duas cidades, traz Ramiro, um detetive da Polícia Civil, evangélico e cauteloso, morador de Niterói que investiga mortes contínuas em centros de umbanda nas áreas periféricas de São Gonçalo e Akèdjè, que num passado distante foi o primeiro líder espiritual africano, um baba do povo Ketu que originou no Brasil, uma das nações do Candomblé.

(Atenção para uma pitada de Spoiller) Segundo Rodrigo, as mortes nos centros religiosos vão acontecendo e as investigações são feitas de forma sigilosa, até porque, enquanto elas ocorrem nas regiões metropolitanas de São Gonçalo não há nenhum ou pouco interesse popular. Até o momento que mais um desses crimes acontecem com um ator dentro de outro centro, mas desta vez, na Zona Sul de Niterói, em Icaraí. Esse caso cai na mídia e todas as autoridades públicas se movimentam e entram no caso cobrando respostas.


Essas histórias se cruzam com o passar das páginas trazendo um elo entre religião, periferias e romance. 

O escritor conta que a inspiração para esta obra veio de uma experiência ao realizar um trabalho numa escola no Barreto, Niterói.  

“Quando fui fazer um trabalho numa escola do Barreto, soube de uma menina que tinha raspado a cabeça para o candomblé e preferiu dizer na escola que tinha leucemia. Aquilo pra mim foi uma violência absurda. Era uma criança de 12 ou 13 anos que estava negando sua cultura e sua família -Pra mim a criança não é religiosa, mas é uma criança de pais religiosos, já que, religião é um valor familiar- pra não sofrer bullying. Quis fazer alguma coisa, e o que eu posso fazer é escrever, pra jogar luz em cima disso. 

Outro detalhe que vale ressaltar é que um diretor de cinema e TV já planeja transformar o livro em uma série de pelo menos quatro temporadas para passar numa grande emissora. Rodrigo quando questionado pelo cineasta se a história só poderia ser contada em São Gonçalo e Niterói, não abriu mão dessa originalidade. 

“Eu sou fã de Dennis Lehane e conheço Boston, porque leio Boston no que ele escreve. Sou fã da Anne Rice e conheço New Orleans porque ela escreve sobre New Orleans, então eu escrevo sobre meu território, as minhas histórias acontecem no meu território e só podem se passar aqui, em Niterói e São Gonçalo”, disse. 

O livro já está disponível para compra no site da editora e a partir do dia 22 de outubro, será possível garantir o seu nas livrarias Blooks, Travessa, além da Folha Seca, na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro.


Com a promessa de fazer o público chorar de rir, o stand up  “TeXtando Comedy Show” faz sua estreia em São Gonçalo no dia 24 de outubro, a partir das 19h, no espaço Lamego, no Pita, em São Gonçalo. O elenco fixo conta com os humoristas Wil Silva, Roberto Vinicius, Bruno Marques e Josué Amador, que trazem três convidados especiais: Cintia Cirino, Cadu Manhães e Gil Júnior. 

Com o desafio de propagar a cultura do humor em São Gonçalo o espetáculo une as histórias e narrativas dos humoristas com suas vivências individuais arrancando a risada do público. Como regra de um Stand Up, o elenco se apresenta sem caracterização de personagem, ou qualquer apetrecho. É apenas o comediante, as histórias, o microfone e a paleteia.

O humorista Wil Silva, de 30 anos, fã assumido de Chaves, os trapalhões e outros clássicos da comédia conta como é estar hoje do lado de quem faz rir, em cima dos palcos.  

“Me vejo muito feliz de estar do lado de lá agora, fazendo a mesma coisa que caras que eu admiro já fazem algum tempo. É levar um pouco de alívio nos sofrimentos diários. Você esquece um pouquinho seus problemas, esquece que vai pegar um ônibus lotado pra ir trabalhar, ou que você vai ouvir uns tiroteios onde mora, ou que seu gás vai acabar e você não sabe se vai ter dinheiro pra comprar outro. Às vezes você até vai ouvir os mesmos problemas que você tem, mas de uma maneira divertida”. 

Inicialmente, Wil tentou começar como comediante no Youtube, mas como estava sem computador e encontrava dificuldade para editar os vídeos, decidiu ir direto para os palcos ao ver um amigo fazendo o mesmo.

“Eu olhava pro stand up com uma certa distância, achava que era coisa pra quem fazia teatro. A cena no rio não era tão forte, mas quando percebi que o cara que cresceu no Morro do Castro junto comigo, estudou nos mesmos colégios públicos que eu, estava fazendo, vi que também podia tentar. O desemprego me atrapalhou, porque não tinha renda para visitar as noites e me locomover pra fazer as participações, mas esse ano prometi no réveillon que ia começar com o stand up e cumpri”, relembrou o humorista. 

Consumidor de comédia desde a infância Wil conta em suas apresentações as atribulações de ser um gonçalense, todas as histórias cômicas que o seu verdadeiro nome, Wilsiney, já o fez vivenciar, entre outras experiências que vai compartilhar com o público na estreia do “TeXtando”. 


O espaço Lamego, fica na Rua Dr. Pio Borges, nº 726. A entrada é gratuita e a classificação é de 16 anos. 

Emancipar: Tornar-se livre, independente. Segundo a filosofia, emancipação é a luta das minorias pelos seus direitos de igualdade ou pelos seus direitos políticos enquanto cidadãos. Neste contexto surgem alguns movimentos que lutam por esses objetivos, tendo como motivação principal a educação. 

Hoje serão pontuados dois deles. O Rede Emancipa e o pré-vestibular Nós por Nós- Por uma educação emancipadora nas periferias.

Nós por Nós- Por uma educação emancipadora nas periferias

Ativo há quatro anos no Jardim Catarina, em São Gonçalo, o pré-vestibular Nós por Nós (NPN), é administrado pelo coletivo do mesmo nome, por voluntários e alguns ex-alunos do Colégio Estadual Trasilbo Filgueiras, onde acontecem as aulas aos sábados. 

Pelos menos 150 alunos e 40 voluntários já fizeram parte dessa história. Uma das estudantes da turma de 2017, Liana Santos, de 25 anos, passou para o curso de Ciências Sociais na Uerj e hoje integra a coordenação do projeto.  

“Fui movida pelo sentimento de retorno. O pré foi um divisor de águas na minha vida, pois sempre quis entrar em uma universidade. Já realizava trabalho voluntário antes de participar do nós por nós, acredito no poder do trabalho social e nas transformações que a educação pode fazer, sobretudo numa favela como o Catarina, que por vezes é marcada pela ausência e pelo esquecimento. O pré foi um trabalho no qual eu vi um resultado real, fui seduzida. Não vi outra saída a não ser fazer parte”, contou.

Enquanto uma região que é lembrada por não-moradores apenas pela insegurança, os moradores e ativistas da comunidade reforçam e unem forças para contribuir na transformação dessa realidade. Vale ressaltar que este é o primeiro pré-vestibular no Jardim Catarina após 30 anos. Como o projeto é 100% voluntário, os professores em sua maioria são graduandos e não possui nenhum auxílio do governo municipal o pré cobra uma mensalidade de valor simbólico para ajudar nos custos, no entanto há isenção para aqueles alunos que declaram não ter condições de arcar com o custo. 

A coordenadora Marcyllene Maria de 23 anos, contou que um dos objetivos futuros é que o pré-NPN também possa ser gratuito e falou sobre as dificuldades atuais. 

“A nossa maior dificuldade é conseguir mostrar para as próprias pessoas da comunidade o que acontece e o resultado do pré aqui dentro. Mostrar como ele é importante e necessário para que eles mesmos possam chegar a outros patamares. Também tem a questão do espaço físico, né. A escola cede pra gente uma sala, mas é um sonho ter um lugar nosso para as aulas acontecerem”, disse. 

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Rede Emancipa 
O que começou há 12 anos com um cursinho pré-universitário em Itapevi, São Paulo, hoje já tem proporção nacional e contabiliza 60 unidades, em nove estados, em todas as regiões do país. Quatro delas funcionam há três anos em São Gonçalo nos bairros de Santa Luzia, Neves, Porto Novo e Portão do Rosa. 

As aulas que começam no início do ano letivo e encerram sempre na data final do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prometem trazer muito mais do que um preparo para entrar nas universidades. De acordo com o coordenador e professor de geografia, Márcio Ornellas, de 30 anos, o Rede Emancipa traz importantes reflexões para os seus alunos sobre a educação no país. 

“Não somos um pré-vestibular comum porque não temos só essa pegada de colocar o aluno na universidade. A gente se reivindica como movimento social de educação popular. Todo movimento social tem também uma perspectiva política porque luta por algumas bandeiras e pra gente, é o acesso a universidade de forma irrestrita. Temos como principal bandeira uma educação totalmente pública e de qualidade”, ressaltou Márcio que já atua há três anos no projeto.

Fazendo jus a bandeira levantada, toda a iniciativa é gratuita. Os alunos não pagam pela mensalidade, nem mesmo pelos materiais que recebem durante os estudos, facilitando ainda mais o acesso para população baixa renda. Além do trabalho destes cursos pré-vestibulares o Rede Emancipa também trabalha junto aos jovens que estão em situação de privação de liberdade no Departamento Geral de Ações Sócio Educativas (DEGASE).

A grandeza do Rede Emancipa está comprovada também nos números. Em uma visão nacional, foram diversos aprovados nas universidades e mais de 1.500 voluntários trabalhando para o crescimento e fortalecimentos de um curso acessível e transformador. 

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De articuladora social à candidata do conselho tutelar de São Gonçalo. Thamiris Santos, de 28 anos, viu sua trajetória de vida mudar em 2013 quando começou a atuar em projetos sociais, principalmente os que trabalham com crianças e adolescentes. Ao participar das organizações Skate Salva, SOS Lixão de Itaoca, entre outros movimentos que atuam na cidade, Thamiris sentiu a necessidade de aparecer mais vezes nesses lugares, promovendo mais ações. Três anos depois nasceu o Por Gentileza.

A iniciativa já ajudou pelo menos 1.500 famílias com doações que vão desde itens básicos de higiene, alimentos, roupas, além de ‘abraços e muito amor’, como o próprio projeto gosta de frisar.

As atuações mudaram o rumo da jovem e transformaram o prazer de ajudar em objetivo profissional. Thamiris que antes pensava em cursar direito, hoje é graduanda em serviço social e candidata a conselheira tutelar. A chance só foi possível porque Thamiris foi uma das melhores colocadas na prova sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sendo dela a terceira melhor nota. Confira a entrevista:


Qual foi o momento que você parou e pensou que deveria dar um passo maior e se candidatar? Houve um motivo específico que te levou a isso?

Eu entendi que através deste trabalho, eu conseguiria intervir mais nas políticas publicas para crianças e adolescentes. No local onde atuo, vejo muitas crianças tendo seus direitos básicos negados e isso me incentivou a correr atrás de saber como eu poderia ajudar mais, de que forma eu poderia colaborar para que os direitos das crianças e dos adolescentes fossem respeitados de forma igualitária.

Se for eleita, como pretende atuar na cidade para que os direitos possam ser mais efetivos para nossas crianças e adolescentes?

A meta é que os direitos básicos das crianças e dos adolescentes sejam respeitados. Além de zelar pela integridade física e moral, também é preciso que haja uma atenção para a área da saúde, educação e direitos sociais, que muitas vezes também são negados às crianças e adolescentes e é função do conselho tutelar zelar e agir para que isto não aconteça.

Por que as pessoas devem votar 243 para conselheira tutelar?

Eu acredito que todo mundo que vai até a urna no dia 06 para votar em mim entende que tá indo lá para reforçar a importância do trabalho que venho realizando. No começo eu tive um pouco de medo , mas recebi muitas mensagens positivas quanto à essa candidatura e acredito que isso seja devido à tudo que vem acontecendo dentro dos projetos onde atuo. É uma sensação muito boa saber que as pessoas acreditam na paixão que eu tenho pelo que faço.

A eleição para o cargo acontece no próximo dia 6 de Outubro, de 8h às 17h. Cada zona eleitoral vota em uma escola pré-estabelecida, conforme a lista abaixo:
Zonas 036º e 136º – Escola Municipal Presidente Castelo Branco
Rua Carlos Gianelli, S/N – Boaçu – São Gonçalo, RJ.

Zonas 068º e 197º – Centro Interescolar Ulysses Guimarães – CIUG
Rua Dr. Gradim, S/N – Porto da Madama – São Gonçalo, RJ.

Zona 069º – SEST/SENAT
RJ-106, KM-7 – Tribobó – São Gonçalo, RJ.

Zonas 086º e 087º – Colégio Municipal Ernani Faria
Rua Oliveira Botelho, Nº 785, Neves – São Gonçalo, RJ.

Zona 132° – Escola Municipal Estephania de Carvalho
Av. Bpo. Dom João da Mata, S/N – Laranjal – São Gonçalo, RJ.

Zonas 133º e 134º – Colégio Estadual Eliza Maria Dutra
Estrada do Sacramento, Nº 475, Sacramento – São Gonçalo, RJ.

Zonas 135º e137º – CIEP 125 – Paulo Roberto Macedo do Amaral
Av. Roberto Marinho, N° 125, Colubandê – São Gonçalo. RJ