Cultura Gonçalenses

Priscila Rebeca e o uso do funk como transformação social

Priscila nasceu em Niterói e voltou pra casa em São Gonçalo. Ela está na produção cultural há quase 20 anos. E durante essas duas décadas tem produzido festivais, bailes e “A Casa do Funk” que é uma das referências no campo da música no Estado do Rio de Janeiro.

A Casa do Funk é o espaço físico da rede funk social. O espaço surgiu a partir do fechamento de uma escola que sem função social, foi revitalizado pela organização. A iniciativa é uma ONG  que promove e incentiva a cultura do ritmo, visando o desenvolvimento sócio-cultural de jovens e adolescentes de São Gonçalo por meio de mostras e exposições relacionados ao tema.

Quando criança, ela tinha um sonho de princesa: ir ao baile funk do Clube Tamoio. “ Meus pais levavam meu irmão mais velho pro evento e eu ficava doida pra ir. Quando tive idade, cantei, produzi funk e fui nos bailes também

Romario Regis - Rede Funk
Fotografia retirada da internet

A paixão não para por ai; “O funk pra mim é resistência! A resistência de um ritmo que nasce na periferia carioca no final da década de 70 e cada dia sofre uma transformação, mas tem como obrigação de resistir!“.

Priscila desempenha várias atividades. Além de gestora cultural, é colunista, artesã, costureira, capoeirista e mãe. Porém, quem escolheu sua profissão de gestora cultural foi o destino. Ela sempre gostou de ouvir, se envolver, ajudar pessoas e com isso foi abraçada pela profissão.

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