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Marcos Moura e a jornada do herói no campo da cultura

Marcos Moura nasceu em Itaúna, em São Gonçalo, mas aos 4 anos de idade foi morar no Apollo II, em Itaboraí.

Ele é criador da Ponte  cultural, uma iniciativa que é símbolo de resistência. O projeto não possui fins lucrativos e surgiu em julho de 2016, com o propósito de transformação social por meio de um modelo de arte inclusiva. “Falar da minha profissão é algo indefinível no momento; já atuei como jornalista, assessor de comunicação e hoje atuo na produção cultural.” aponta Marcos.

Embora diga que o Movimento Ponte Cultural seja ainda um bebê  na militância cultural, ele reconhece que já chegaram em lugares que enchem seu coração de orgulho.  A Ponte Cultural tem uma motivação nobre e linda: oferecer a oportunidade aos jovens do bairro em que nosso entrevistado cresceu, de ter um conhecimento mais amplo das manifestações artísticas.

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Com uma motivação tão pura, o objetivo não poderia ser diferente. A futura instituição diminui as desigualdades sociais da região através de aulas de cinema, teatro, dança, música, oficinas e workshops. Estar na direção do Ponte Cultural é uma posição delicada, pois uma coisa é estar dirigindo um projeto social e outra coisa é ser visto como alguém que só faz produção no 0800.” Porém, ainda que com as dificuldades da profissão, nosso produtor segue construindo seus sonhos para um dia ser referência nacional e internacional no que realiza.

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