No dia 11 de agosto de 2011, a juíza Patrícia Acioli era assassinada. Chegou em sua residência e foi morta por dois homens. O assassinato virou pauta nacional e internacional. Na época, o então presidente do STF Cezar Peluso, apontava esse ataque como algo muito grave para a democracia, para o governo brasileiro e para o país.

7 anos depois, Marielle Franco é assassinada com 4 tiros no Centro do Rio. Ela que foi a quinta vereadora mais votada da capital e que tinha um trabalho importante combatendo a redução de desigualdades na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, relembrou o poder que o crime político organizado tem no nosso Estado.

Não importa de onde saiam os votos de Marielle, se eram da Zona Sul ou da Favela. Marielle conseguiu acessar e disputar a política institucional mesmo com um sistema que exclui pessoas das favelas e territórios populares desses espaços. Foi bolsista da PUC, fez mestrado, virou vereadora e através do seu mandato representou milhares de pessoas (mais de 45 mil votos) que viam nela uma oportunidade de qualificar a discussão política na capital.

Com todo respeito aos outros parlamentares, mas Marielle  Franco não nasce todo dia, não ganha eleição todo dia e o assassinato que cometeram contra ela não é só um assassinato contra uma pessoa, mas sim a todas as pessoas que acreditam na política como uma ferramenta importante na redução de desigualdades.

 

Esclarecer a morte de Marielle não é só uma questão de justiça, é uma questão de garantir a manutenção dos direitos das pessoas, de garantir o acesso às pessoas de origem popular nesses espaços de justiça e principalmente de punir mais um grupo criminoso que toma conta da política carioca.

A cantor e compositor Victor Cupertino, cria do Gradim, assinou contrato com a Midas Music. Rick Bonadio, dono da Midas Music, foi quem descobriu, produziu e empresariou o fenômeno Mamonas Assassinas. Depois disso descobriu outros grandes nomes da música além de produzir artistas como Charlie Brown Jr., Tihuana, CPM22, Los Hermanos, Ultraje a Rigor, Planta & Raiz, Luiza Possi, Rouge, Br’oz, IRA!, NX Zero, Fresno, Titãs, etc.

Victor Cupertino é cantor, compositor e arranjador. Começou fazendo shows em São Gonçalo e Niterói, sendo o vocalista da banda Inverse e com a Inverse, ganhou o prêmio de melhor banda de Niterói e também participou do Webfestvalda.

Em 2015, com 21 anos, Cupertino começou sua carreira solo e passou a frequentar
os encontros musicais que ocorrem no Rio de janeiro, em especial o sarau do Nós de Cabrália, o que possibilitou muitas parcerias com outros artistas. Atualmente é um dos principais representantes da música de São Gonçalo, levando o nome da cidade para todo o Brasil.